coluna gravata dos político
coluna gravata dos político. Na apuração do assassinato de juíza, Deputada Cibele Moura exige rigor
Parlamentar é autora da lei que veda a
nomeação para cargos comissionados pelo Estado de Alagoas de condenados com
base na Maria da Penha

“Que o assassinato
da juíza Viviane Vieira do Amaral não fique impune e o autor desse crime
bárbaro seja punido com o rigor da lei”, afirmou a deputada estadual Cibele
Moura (PSDB), neste sábado (26), sobre o crime de feminicídio que vitimou a
magistrada do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A juíza foi morta pelo
ex-marido, o engenheiro Paulo José Arronenzi, de 52 anos, na frente das três
filhas na véspera do Natal. Ele foi preso em flagrante.
Para Cibele, é preciso dar um basta nessa chaga. “Até quanto
mulheres vão continuar sendo vítimas de violência pelo simples fato de serem
mulheres?”, questionou a parlamentar, ao pedir “que esse e todos os crimes de
feminicídio sejam elucidados com a maior rapidez e os culpados sejam punidos
com todo rigor”.
Na Assembleia Legislativa de Alagoas, Cibele é
autora da Lei Nº 8.135, de 7 de agosto de 2019 que veda a nomeação pelo Estado
de condenados com base na Lei Maria da Penha. A partir da lei, somente depois
de cumprida a pena, é que os condenados poderão voltar ao serviço público em
funções comissionadas. A medida é extensiva a toda administração pública,
direta e indireta, em todos os poderes do Estado. Números
O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de feminicídio, segundo o Alto
Comissariado das Nações Unidas pra os Direitos Humanos (ACNUDH).
Em 2019, o país teve um aumento de 7,3% no número de casos de feminicídio em
comparação com 2018. Foram 1.314 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres –média
de uma a cada 7 horas, segundo levantamento feito pelo G1 com base nos dados
oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. Os estados com a maior taxa de
feminicídios são Acre e Alagoas: 2,5 a cada 100 mil.
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